sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Huambo acolhe nacional de ginástica rítmica



A província do Huambo acolhe a partir de sexta-feira, 20/09, o campeonato nacional de ginástica nas categorias júnior e sénior.
O evento que terá a duração de dois dias, contará com a participação de ginastas de nove províncias do país.

O presidente da Federação Angolana de Ginástica, Auxílio Jacob, assegurou que todas as condições estão criadas para o arranque da competição.

Está prova, é um campeonato de júnior e sénior unificado, tendo em conta que é uma das provas mais importante nas competições da Federação Angolana de Ginástica. Entendemos estarem criadas as condições para que a possa ser realizada na província do Huambo”, disse.


in Rádio Cinco de 20.09.2013

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Uhayele forma agentes comunitários no Chinjenje


Uma acção formativa destinada a 30 agentes comunitários de saúde está a decorrer na vila municipal do Chinjenje, 118 quilómetros da cidade do Huambo, por iniciativa do projecto Uhayele. 

A coordenador do projecto, Priscila Borba, informou que os agentes comunitários estão a ser capacitados para darem resposta aos problemas de saúde que ocorrem frequentemente em muitas aldeias deste município.

Disse que a formação, que encerra no próximo mês, vai permitir dotar os participantes de conhecimentos úteis sobre saúde preventiva.

Apelou à população a receber os agentes comunitários sempre que os mesmos se deslocarem às comunidades para sensibilizar acerca da importância dos cuidados primários de saúde.

Estamos a formar agentes que vão trabalhar nas comunidades, levando orientações de saúde, por isso é importante que as famílias os recebam bem, para que estes desenvolvam o seu trabalho da melhor forma”, disse.

O projecto "Uhayele", expressão em língua nacional umbundo que, traduzida para português, significa saúde, é um programa do Governo da província do Huambo, através da Direcção Provincial da Saúde e é executado pela Amosmid (empresa privada de gestão em saúde).

in ANGOP de 19.09.2013


Programas integrados devem reflectir opinião dos cidadãos


Os programas municipais integrados de desenvolvimento rural e combate à pobreza devem reflectir, necessariamente, a opinião dos cidadãos, relativamente a resolução dos problemas existentes na comunidade, devendo-se, para o efeito, definir prioridades de forma conjunta com vista o seu bem-estar económico-social. 

A observação foi feita na comuna do Cuima, município da Caála, 65 quilómetros a sul da cidade do Huambo, pela directora provincial da organização não-governamental Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), Maria de La-Salete Teixeira Morgado, durante a abertura do encontro municipal das comunidades.

Na ocasião, a responsável disse que o contributo da população na implementação dos programas integrados permite analisar com clareza o nível de alcance dos resultados preconizados em relação às acções implementadas, para melhor resolver os problemas das comunidades.

Defendeu, na sua intervenção, a conjugação de coordenadas entre os munícipes e administradores, sobretudo na implementação dos programas integrados, para que tais projectos sejam executados de acordo as preocupações apresentadas pelos cidadãos.

Exemplificou o cooperativismo agro-pecuário como sendo uma das grandes experiências, porquanto tem trazido vantagens diversas, principalmente no acesso ao crédito bancário e ao estabelecimento de parcerias entre camponeses, criadores de gado, administradores e estações de desenvolvimento agrário.

A responsável da ADRA na província do Huambo referiu que a descentralização administrativa e financeira deu resultados positivos, fruto da participação activa e consciente de todos os cidadãos na governação.

Durante dois dias, os participantes, entre autoridades tradicionais, camponeses e membros da administração municipal da Caála, vão debater assuntos relacionados com as práticas de desenvolvimento local sustentável, reflexão sobre as políticas públicas de desenvolvimento rural, descentralização e autarquias.

in ANGOP de 19.09.2013


Conferência nacional dos advogados no Huambo


A quarta Conferência Nacional dos Advogados começa hoje na cidade do Huambo, onde, durante dois dias, serão abordados temas de interesse das comunidades e os constrangimentos no exercício da actividade de advocacia em Angola. 

Quatro painéis, designadamente, “A Ordem no reforço e na coesão da classe”, “O estado da reforma da justiça e do direito”, “Advocacia no âmbito da SADC” e a “Advocacia e arbitragem”, dominarão os trabalhos deste evento que é convocado em intervalos de três anos.

De acordo com o programa enviado, a conferência vai decorrer sob o lema “A  Advocacia e a Constituição”, pelo facto da Lei Magna, em vigor desde 2010, ter consagrado a advocacia como um instrumento essencial à administração da justiça.

Será feita, no evento, uma avaliação ao exercício da advocacia e os novos desafios, na perspectiva de equacionar mecanismos a utilizar para corresponder, positivamente, às expectativas da sociedade perante esta classe.

Na quinta-feira vão ser abordados os primeiros dois painéis (“A Ordem no reforço e na coesão da classe” e “O estado da reforma da justiça e do direito”) nos quais constam os temas “Ética: A grande exigência da advocacia”, “O exercício ilegal da profissão: uma ameaça à nossa coesão”, “O quadro legal da ordem dos advogados face ao actual paradigma constitucional, social e económico: as incompatibilidades e prerrogativas dos advogados” e “ A fiscalização sucessiva das leis: obrigação da ordem”.

Já na sexta-feira, último dia da conferência, serão debatidos mais dois painéis ("Advocacia no âmbito da SADC” e a “Advocacia e arbitragem”) que compreendem os temas “O tribunal da SADC: problemas”, “A advocacia de língua portuguesa na SADC”, “A Ordem na institucionalização da arbitragem”, “A execução das sentenças arbitrais e adesão à Convenção de Nova Iorque”, e “Assistência judiciaria e o acesso ao direito do cidadão".

Estima-se que a Ordem dos Advogados de Angola (OAA) conte, neste momento, com 999 advogados e 1350 advogados estagiários, dos quais cerca de 96 porcento estão concentrados na capital angolana.

in ANGOP de 19.09.2013

Povoação do Lossole terá posto de saúde ainda este ano


A povoação do Lossole, município do Chinjenje, 172 quilómetros da cidade do Huambo, terá ainda este ano um posto de saúde para atender os cerca de mil habitantes que, actualmente, vêm-se obrigados a percorrer longas distâncias para terem acesso aos serviços médicos e medicamentosos. 

As obras de construção do empreendimento hospitalar, iniciadas há um mês, decorrem a  um ritmo acelerado, sendo provável que no início de Dezembro o posto de saúde seja  inaugurado.

O director geral da empresa que está a construir a aludida unidade  sanitária, Alcino Kuvalela, informou que pretendem concluir os trabalhos antes do prazo previsto, já que se avizinha a época chuvosa.

O prazo é finais de Novembro, mas estamos a empreender celeridade nos trabalhos para  podermos concluir antes da data indicada, já que antevemos inúmeras dificuldades na época de chuva, devido ao mau estado da estrada”, referiu.

Informou que o empreendimento está avaliado em 25 milhões de kwanzas e terá capacidade de internar 10 pacientes, contra três do actual posto de saúde.

in ANGOP de 19.09.2013

Circulação rodoviária entre Chinjenje e Chiyaka continua interrompida


A circulação rodoviária na estrada que liga a vila municipal do Chinjenje e a comuna da Chiyaka, oeste da província do Huambo, continua interrompida devido ao desabamento, segunda-feira, da ponte sobre o rio Dende. 

A ponte de madeira é muita antiga ruiu depois de um camião, que transportava areia, ter passadp sobre a mesma.

O administrador comunal, Francisco Payata, reconheceu os transtornos decorrentes deste incidente, tendo garantido que esforços estão a ser feitos para que no decurso da próxima semana, a situação seja resolvida.

A administração municipal promete repor uma nova ponte nos próximos seis dias, para minimizar as dificuldades que os populares desta comuna estão a enfrentar, por causa do desabamento da ponte”, anunciou.

O cidadão Evaristo Celestino Mandoa, residente na comuna da Chiyaca, disse ser preocupante a interrupção da circulação rodoviária, já que os populares para irem à vila municipal do Chinjenje são obrigados a passarem pelo município do Balombo, província de Benguela.

Antes pagávamos 300 Kwanzas, mas com esta volta gasta-se 1200. Existem pessoas que vivem aqui e trabalham na vila do município e vice-versa”, salientou.

in ANGOP de 19.09.2013

Executivo promove progresso nas comunidades rurais


O Executivo angolano está a promover diversas acções nas comunidades rurais do país que estão na base do progresso de tais localidades que estiveram privadas, ao longo dos anos, de se beneficiarem dos serviços sociais básicos. 

A constatação é da directora da organização não-governamental angolana Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA) na província do Huambo, Maria de Lassalete Teixeira Morgado, durante a abertura quarta-feira do encontro anual das comunidades a decorrer até hoje na vila comunal do Cuima, 65 quilómetros da capital provincial.

Disse, no seu discurso, que o Executivo está a fazer um esforço de disponibilizar os serviços sociais básicos nas comunidades rurais, bem como promover o desenvolvimento para garantir o melhoramento das condições de vida das populações nestas circunscrições.

De acordo com a directora da ADRA na província do Huambo, são visíveis os esforços das autoridades angolanas, sobretudo no alargamento da rede sanitária e escolar, incluindo a construção de residências para os funcionários destes sectores.

Maria Morgado afirmou ser fundamental a definição de políticas para ajudar a agricultura familiar que ainda é bastante frágil, já que carece de mercado para venda dos produtos cultivados localmente e sem possibilidade de competir com os importados do estrangeiro.

Considerou que os solos ainda são de baixa fertilidade, registam-se fortes queimadas que contribuem na desertificação das terras agrícolas, há ainda dificuldades para a obtenção de créditos bancários da parte das famílias camponesas, factores que retardam o desenvolvimento da agricultura familiar no país.

Sugeriu, por esta razão, maior atenção do Executivo na agricultura familiar para que a mesma também possa contribuir no rendimento da economia nacional com qualidade e quantidade, para reduzir a pobreza, a fome e a miséria nas comunidades rurais.

in ANGOP de 19.09.2013