quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Formação superior deve ter como base a cultura do conhecimento


A formação superior deve ter como base uma cultura bastante sólida em termos de conhecimentos técnicos e científicos que contribuem para o desenvolvimento socio-económico de qualquer Nação.

Esta afirmação foi feita na cidade do Huambo, pelo director-geral do Instituto Superior Politécnico Sol Nascente, David Bóio, na abertura do simpósio internacional de estudos clássicos da Grécia e Roma em Angola.
Disse ser fundamental um técnico superior ter uma cultura clássica de conhecimentos adquiridos nas instituições de ensino superior, mediante a participação em colóquios, conferências, assim como dos cursos ministrados para melhor integração no mercado de trabalho.
David Bóio defendeu, deste modo, a necessidade das instituições universitárias promoverem periodicamente as actividades acima referidas para fundamentar o conhecimento dos seus discentes.
No entanto, mostrou-se satisfeito com a afluência massiva dos estudantes no simpósio internacional de estudos clássicos da Grécia e Roma em Angola, realizado hoje pelo Instituto Superior politécnico Sol Nascente.
O evento abordou temas como “O problema de Sócrates”, “Aristóteles e o Estado”, “Variações sobre o heroísmo; da valentia épica para a valentia trágica”, “A medida e desmedida na tragédia, Línguas clássicas-fontes de investigação científica” e “O caminho dos clássicos”.
Os referidos temas foram dissertados por professores de algumas universidades de Angola, Portugal e Espanha.
Além de estudantes universitários,  participaram igualmente no evento docentes universitários e especialistas em distintas áreas do conhecimento.
Em funcionamento na província do Huambo desde 2012, o Instituto Superior Politécnico Sol Nascente ministra cursos de licenciatura nas especialidades de Direito, Ciências Políticas e Relações Internacionais, Enfermagem, Finanças e Contabilidade, Gestão de Recursos Humanos, História e Didáctica, Informática de Gestão, Sociologia e Psicologia e Didáctica.
A instituição controla actualmente 2.200 estudantes distribuídos em três turnos (manhã, tarde e noite), sendo que as aulas são asseguradas por 80 professores, entre nacionais e estrangeiros.
in ANGOP de 31.10.2013

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