quarta-feira, 22 de maio de 2013

População com mais interesse pelo museu



O número de cidadãos que visitam o Museu do Huambo tem aumentado bastante de ano em ano, facto que comprova a importância que atribuem a esta instituição que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem.
 
A constatação é do director do museu, Venceslau Cassessa, tendo informado que todos os dias recebe, em média, 25 visitas, na sua maioria de estudantes e turistas estrangeiros.
 
Estes cidadãos, segundo Venceslau Cassessa, visitam o museu com o fim de obter informações sobre a história desta região, os usos e costumes dos ancestrais, além de outros assuntos de interesse cultural e histórico que sirva de complemento ao que já
sabem.
 
Deu a conhecer que a instituição dispõe de condições humanas e materiais suficientes para satisfazer a curiosidade dos visitantes, sobretudo quando se trata de crianças e estudantes.
 
Afirmou que o museu possui um acervo variado que compreende peças etnográficas, históricas, arqueológicas, fotografias sobre o passado e o presente da cidade, plantas medicinais, peças artesanais de caça, pesca, utensílios domésticos entre outros artefactos de reconhecido valor histórico e cultural.
 
Considerada primeira instituição do género na região centro sul de Angola, o Museu do Huambo conserva aproximadamente 900 peças diversas que retratam o passado dos povos ovimbundo, desde o modo de vida, lutas travadas contra opressão colonial, além
de objectos zoomórficos.
 
Foi criado em 1948 pela Câmara Municipal de Nova Lisboa, como era designada a cidade do Huambo antes da Independência Nacional (11 de Novembro de 1975), com o objectivo de recolher dados de carácter etno-museológico e conhecimentos de usos e costumes da região do planalto central, sendo que na época incluía no seu acervo peças das províncias do Bié e do Kuando Kubango, dado ao carácter regional que o mesmo tinha.
 
in ANGOP de 22.05.2013






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