terça-feira, 9 de julho de 2013

Fometra estuda diploma para uso exclusivo da flora angolana



O Fórum de Medicina Tradicional em Angola (FOMETRA) está a estudar mecanismos para a criação de diploma que reserva o uso exclusivo de medicamentos da flora angolana, neste segmento medicinal e que são importados no estrangeiro.
 
A informação foi avançada, no Lubango (Huíla), pelo director provincial do Fometra, Miguel Katengue, na perspectiva da compra e venda de produtos de ervanária proveniente do estrangeiro ao nível de associados e outros utentes de medicamentos tradicionais essencialmente ervas.
 
O interlocutor considera pertinente a diminuição de importação de medicamentos existentes em Angola, para permitir maior interesse pelos nacionais, porquanto não se justifica que se gaste quatro mil Kwanzas (50usd) para adquirir o aloé saído do estrangeiro, ou outros como o Mbulututo, quando o país produz e vende mais barato.
 
De acordo com o responsável, existe uma fábrica de medicamentos na província do Huambo, onde se produzem remédios encaminhados para Luanda para posterior colocação ao dispor da população e num curto espaço de tempo.
 
Os produtos que abastece a fábrica deriva de um jardim botânico na localidade de Alto Hama.
 
Já existem pessoas interessadas em criar uma estrutura ao nível da Huíla para produção de medicamentos, por isso, foi realizado recentemente, um seminário sobre o fabrico de pomadas, comprimidos e outras, iniciativas destinadas a elucidar os usuários sobre a utilidade dos produtos da flora e fauna angolana, referiu a fonte.
 
O director do Fometra informou haver pessoas com experiência na medicina tradicional chinesa, capazes de ajudar na formação afim, por isso, se pretende aliar as técnicas estrangeiras às angolanas.

in ANGOP de 09.07.2013

1 comentário:

  1. Estou de acordo. Eu , como fitoterapeuta , concordo que se deva uasr mais as plantas do País.

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